sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Por que discriminar é correto e natural

Por que discriminar é correto e natural

Nos dias de outrora, dizer que um homem estava discriminando significava estar-lhe prestando um grande elogio.  Significava dizer que ele tinha gosto: ele sabia distinguir entre o ruim, o medíocre, o bom e o excelente.  Sua capacidade de fazer distinções requintadas permitia-o viver uma vida melhor do que em outros contextos.

Hoje em dia, em nossos tempos politicamente corretos, discriminação implica ódio racial ou sexual.  Quem discrimina está, segundo o senso comum, evocando o linchamento de inocentes, o enforcamento de negros que não cometeram crime nenhum, e, no extremo, um retorno à escravidão.  Pelo menos foi isso que aconteceu com o senador recém-eleito pelo estado do Kentucky Rand Paul, que, durante sua campanha, afirmou que havia algumas partes da chamada Lei dos "Direitos Civis" de 1964 que eram repreensíveis.  Em decorrência disso, a esquerda acionou sua poderosa máquina difamatória.

Porém, tudo que o senador Paul estava dizendo é que, embora seja ilícito ao governo discriminar com base em raça, sexo ou qualquer outro critério, é um direito básico de indivíduos terem a liberdade para demonstrar exatamente quais são suas preferências.  Trata-se de um elemento básico dos direitos de propriedade.  Se os indivíduos não tiverem esse direito, então um importante elemento da liberdade está irremediavelmente perdido.

Os gritos de fúria e revolta que recepcionaram tal exposição de ideias foram tão intensos, que o senador se sentiu compelido a recuar em sua declaração.  Entretanto, estamos aqui para discutir ideias e não política.  Aqui, a verdade e a justiça são nossas únicas guias, e não os sentimentos feridos de jornalistas trabalhando para a mídia convencional e para outros veículos lacrimosos.  Sendo assim, faz-se necessário ser claro e direto: é mais do que óbvio que qualquer ato de discriminação da parte de indivíduos — porém, é claro, não da parte do estado — é um direito nato, pois trata-se do direito à liberdade.   

Quem discorda disso, por consequência lógica, teria de, por exemplo, impor a bissexualidade para todos.  A bissexualidade coerciva é a implicação lógica de qualquer movimento antidiscriminação.  Por quê?  Ora, homens heterossexuais desprezivelmente discriminam nada menos que metade da raça humana como indigna de ser sua parceira de cama/sexo/casamento: ou seja, todos os outros homens.  Tampouco podem as mulheres heterossexuais alegar inocência frente a essa terrível acusação; elas, também, repudiam metade dos seres humanos nesse aspecto. 

E quanto aos homossexuais masculinos?  Podem eles rechaçar essa acusação mortal?  Não, eles também se recusam a ter qualquer coisa com todas as fêmeas nesse contexto.  Similarmente, as fêmeas homossexuais, lésbicas, criaturas rançosas que são, também evitam manter relações amorosas com qualquer tipo de homem — de novo, metade da raça humana.

Portanto, os bissexuais, e somente os bissexuais, estão livres de tal acusação.  Somente eles são totalmente inocentes de incorrer em qualquer discriminação desse tipo.  Eles são as únicas pessoas decentes em todo o espectro sexual; apenas eles se abstêm de incorrer em prática tão abjeta.  (Vamos aqui desconsiderar o fato de que bissexuais também fazem comparações individuais baseadas em beleza, idade, senso de humor etc.)

Logo, se nós realmente nos opomos à discriminação de questões referentes ao coração, então todos nós temos de abraçar a bissexualidade.  Pois, se não o fizermos voluntariamente, a implicação lógica é que devemos ser forçados a fazê-lo.  Afinal, recusar-se a aceitar essa conclusão significa aprovar não apenas tacitamente, mas também ativamente, práticas discriminatórias — certamente uma das piores coisas dentro do arsenal do politicamente correto.

É perfeitamente possível opor-se a esse argumento dizendo que leis contra a discriminação feita por agentes privados devem ser válidas apenas para empresas e negócios, e não para interações entre pessoas.  Porém, por que somente para o comércio e não também para relações humanas?  Certamente, se há algo como "o direito de não ser discriminado", então ele deve ser aplicado em todas as áreas da existência humana, e não apenas no mercado.  Se nós temos o direito de não sermos assassinados, ou roubados — e nós o temos —, então esse direito permeia todos os domínios da existência humana.  Ser assassinado ou roubado dentro de sua casa é tãoigualmente incorreto quanto o ser dentro de uma loja.

Ademais, o fato é que as atuais leis antidiscriminação nem mesmo se aplicam uniformemente no âmbito comercial.  Antes, sua aplicação depende do "poder" envolvido nas relações, um conceito bastante sem sentido, pelo menos da maneiro como é utilizado pelos nossos amigos da esquerda.

Por exemplo, se eu odeio chineses e, por conseguinte, não quero frequentar seus restaurantes, não estou violando nenhuma lei.  Entretanto, se o dono do restaurante chinês, por exemplo, odeia judeus como eu, ele legalmente não pode me proibir de entrar em suas dependências.  Por quê?  Porque os vendedores, nesse caso, são considerados mais "poderosos" do que os compradores.

Porém, a coisa nem sempre funciona assim.  Se um grande comprador — por exemplo, uma rede varejista poderosa — se recusar a comprar estoques de uma empresa fornecedora presidida por uma mulher, porque tal rede varejista discrimina mulheres, ela jamais ficaria impune mantendo tal política.

Por que então deveria esse sentido ilegítimo de "poder" determinar a legalidade de uma decisão econômica?  Certamente, um homem "sem poder", no sentido de ser pobre, não teria permissão para estuprar uma mulher "poderosa", no sentido de que ela é rica.  Ou teria?  Bem, essa defesa nunca foi tentada antes, então, quem sabe?

Outra objeção: pode ser aceitável que um indivíduo discrimine uma minoria oprimida, mas se muitos — ou, pior, se todos os membros da maioria — resolverem incorrer nessa prática, suas vítimas irão sofrer indevidamente e excessivamente.  Por exemplo, suponha que brancos se recusem a alugar quartos de hotéis para negros, ou até mesmo a empregá-los.  Consequentemente, os negros passarão por sofrimentos e angústias atrozes.

Porém, tal objeção é economicamente ignorante.  Se os brancos boicotarem os negros dessa maneira, o livre mercado irá se levantar em defesa destes últimos.  Como?  Se nenhum proprietário estiver concedendo alugueis para um negro, então haverá aí uma grande oportunidade de lucro.  Mais ainda: os lucros subirão enormemente em decorrência do simples surgimento desse arranjo.  Consequentemente, passará a ser extremamente vantajoso para qualquer empreendedor, no sentido financeiro, passar a suprir essa demanda de mercado.

O mesmo ocorre no mercado de trabalho.  Se os brancos se recusarem a contratar negros, seus salários cairão para níveis abaixo daquele que de outra forma prevaleceria no mercado.  Isso irá criar grandes oportunidades de lucro para alguém — seja ele branco ou negro — que decida contratar essas pessoas, o que o tornará capaz de superar concorrencialmente aqueles que optaram pela discriminação.

Porém, esse fenômeno não funcionou para aliviar a má situação dos negros que eram obrigados a sentar no banco de trás dos ônibus durante a vigência das leis de segregação racial nos EUA até a década de 1960.  Por quê?  Porque a entrada no mercado de fornecimento de serviços de ônibus era estritamente regulada pelas forças políticas, as quais, antes de tudo, foram as responsáveis pela criação dessas leis raciais repreensíveis.  Se a determinação de que negros se sentassem no fundo do ônibus fosse apenas resultado de discriminação privada, tal arranjo seria completamente impotente e inócuo, pois outras empresas concorrentes certamente passariam a ofertar lucrativamente serviços de ônibus para essas pessoas discriminadas.

É com essas e outras questões que lido em meu mais novo livro, The Case for Discrimination (algo como Em Defesa da Discriminação).  A minha esperança é que esse volume possa lançar alguma luz sobre essas questões, além de se mostrar uma leitura interessante.

Walter Block é membro sênior do Mises Institute e professor de economia na Loyola University, Nova Orleans.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

(Vídeo) - Entrevista de Olavo de Carvalho para Leandro Ruschel



Publicado em 24 de nov de 2014
Em novembro de 2014 fui até Richmond entrevistar o professor e escritor Olavo de Carvalho. A conversa tratou da situação política do país, os seus desdobramentos na economia e o cenário geopolítico global. Há conteúdo nessa conversa para anos de estudos.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Multiculturalismo é uma filosofia satânica, criminosa, nociva e letal aos Valores Ocidentais pelo Prof. Dr. Walter E. Williams (Série: Negros Inteligentes)

Multiculturalismo é uma filosofia satânica, criminosa, nociva e letal aos Valores Ocidentais pelo Prof. Dr. Walter E. Williams (Série: Negros Inteligentes)

Clique no link abaixo para acessar maiores informações:
http://generoediversidadenaescola.blogspot.com.br/2014/11/multiculturalismo-e-uma-filosofia.html

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Dilma e Lula sabiam de tudo, de todas as corrupções, diz Alberto Youssef à PF. Prisão urgente e imediata de Lula e Dilma.

Dilma e Lula sabiam de tudo, de todas as corrupções, diz Alberto Youssef à PF. Prisão urgente e imediata de Lula e Dilma.

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://corrupcaopetista.blogspot.com.br/2014/10/dilma-e-lula-sabiam-de-tudo-de-todas-as.html

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

(Vídeo 2:01) - O Governo Dilma - "Petista/PMDB e Aliados" - quer proibir a pregação do evangelho para dependentes químicos, etc...

(Vídeo 2:01) - O Governo Dilma - "Petista/PMDB e Aliados" - quer proibir a pregação do evangelho para dependentes químicos, etc...

Clique no link abaixo para acessar o vídeo:
http://jornalsaopaulopresbiteriano.blogspot.com.br/2014/10/video-201-o-governo-dilma-petistapmdb-e.html

terça-feira, 16 de setembro de 2014

domingo, 14 de setembro de 2014

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

(Vídeo 5:15) - Como o "Direitos dos Manos" (Esquerdopatas, Esquerdista Caviar, Socialista, Comunista, Marxista e PeTralhas) trata um estuprador e assassino.

(Vídeo 5:15) - Como o "Direitos dos Manos" (Esquerdopatas, Esquerdista Caviar, Socialista, Comunista, Marxista e PeTralhas) trata um estuprador e assassino.

Clique no link abaixo para acessar o vídeo:
http://direitoreformacional.blogspot.com.br/2014/09/video-515-como-o-direitos-dos-manos.html

(Vídeo 11:43) - Esquerdistas Caviar e Hipócritas dominam as Comissões de Direitos Humanos (Direitos dos Manos)

(Vídeo 11:43) - Esquerdistas Caviar e Hipócritas dominam as Comissões de Direitos Humanos (Direitos dos Manos)

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quarta-feira, 10 de setembro de 2014

(Vídeo) - Tema: Segurança Pública - Como a visão humanista e ideológica transformaram o Brasil em um dos países mais violentos do mundo.

(Vídeo) - Tema: Segurança Pública - Como a visão humanista e ideológica transformaram o Brasil em um dos países mais violentos do mundo.

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sábado, 9 de agosto de 2014

Sugestão de Leitura: Teoria e História - A refutação definitiva de economista e filósofo Ludwig von Mises ao historicismo marxista

A refutação definitiva de Mises ao historicismo marxista

O mais novo lançamento do Instituto Mises Brasil é Teoria e História, de Ludwig von Mises. Trata-se de um contundente ataque ao marxismo, mais especificamente ao seu historicismo, que Karl Popper também detonou em The Poverty of Historicism.
O leitor tem agora, em nossa língua, uma grande obra, talvez uma das mais importantes de Mises, apesar de ser menos conhecida. Segue um texto que escrevi com base na obra, e que consta em meu livro Economia do Indivíduo, lançado também pelo IMB:
Um Marxista Coerente
“As escolhas que um homem faz são determinadas pelas idéias que ele adota.” (Mises)
O que mais nos diferencia dos demais animais é a capacidade de livre-arbítrio através do uso da razão. Os homens podem escolher diferentes alternativas no modo de conduta para cada estímulo fisiológico. Ele não está fadado a reagir aos impulsos mais instintivos apenas. Isso vai contra qualquer crença fatalista, em que o destino dos homens esteja previamente traçado e eles nada mais representem do que agentes passivos dessas forças exógenas. Uma excelente ilustração de crença fatalista é o marxismo, como mostra Mises em Theory and History.
Para Marx, o socialismo estaria fadado a chegar com a “inexorabilidade de uma lei da natureza”. Haveria um determinismo histórico no qual as idéias e escolhas dos seres humanos não exercem poder algum para mudança de rumo. O capitalismo era uma fase nesse processo, e o último estágio, o paraíso terrestre, ocorreria inevitavelmente com a chegada do socialismo, abolindo as divisões de classes previamente existentes.
O marxismo, como toda crença fatalista, vai à contramão da natureza humana, e por isso é tão difícil – para não dizer impossível – se adaptar realmente a estas crenças. As claras contradições de Marx começam quando ele se torna um ativista político. Ora, qual o sentido de praticar ações revolucionárias se os eventos futuros devem inevitavelmente se suceder de acordo com um plano pré-ordenado, independente do que os homens façam?
Se Marx fosse consistente com suas crenças, como lembra Mises, ele não teria embarcado em atividades políticas. Bastava ele ficar quieto no seu canto, aguardando o dia no qual a propriedade privada capitalista iria desaparecer, dando lugar ao socialismo. Nada que os homens fizessem, segundo o próprio Marx, poderia mudar esse destino. Ele era, afinal, algo já determinado pela história.
Qual o sentido em lutar tanto por uma causa que independe de nossa luta e que já é certa, pois foi previamente definida? As ações de Karl Marx entram em evidente contradição com suas idéias, justamente provando que ele mesmo depositava, no fundo, enorme importância no poder das idéias nas escolhas dos homens. Estes teriam, portanto, a liberdade de traçar o próprio destino.
Segundo Marx, as “forças materiais produtivas” guiam a humanidade e determinam o curso da história. Apesar de ser este um conceito fundamental na obra de Marx, ele não oferece uma definição mais objetiva sobre o que isso quer realmente dizer. A idéia é que a tecnologia, os “fatores de produção” são considerados o fator essencial dessas forças produtivas, que por sua vez determinam as relações produtivas e toda a “superestrutura”.
Logo de cara se nota uma inversão: essa tecnologia, essas invenções são produto de um processo mental, do uso da razão e de novas idéias. Marx inverte essa lógica, e afirma que são as forças materiais que definem as idéias, como se tais forças surgissem num vácuo, caindo do além.
Em segundo lugar, como argumenta Mises, o capital previamente acumulado pela poupança é necessário para implementar essas idéias inovadoras. Mas para poupar é preciso uma estrutura social na qual seja possível poupar e investir. As relações produtivas, portanto, não são o produto das forças materiais produtivas, mas uma condição indispensável para que elas existam. Como então explicar a existência da sociedade através das forças produtivas que são, elas mesmas, resultado de um nexo social previamente existente?
Para Marx, antes havia as tais “forças materiais produtivas”, que em seguida compelem os homens a entrar em relações produtivas definitivas que independem de suas escolhas. E depois essas relações produzem a “superestrutura”, assim como as idéias religiosas, artísticas e filosóficas. São todos prisioneiros de sua classe. Esta que irá determinar o pensamento dos indivíduos. Há o pensamento burguês, e o pensamento proletário, dependendo da classe social. Curiosamente, em mais uma incoerência, o burguês Marx era o “profeta” capaz de se livrar essa prisão ideológica e enxergar a verdade, que os próprios proletários não eram capazes de ver com seus próprios olhos.
Partindo deste dogma, e não deixando espaço algum para contestação racional de sua premissa, o marxismo exige que todos os membros de uma mesma classe pensem da mesma maneira. Caso contrário, a teoria toda estaria invalidada logo na largada. Mas como a realidade é totalmente diferente, era preciso uma tática para lidar com a situação: os proletários que discordassem do credo marxista eram todos “traidores”.
Como os marxistas enxergavam a coisa, seus adversários eram apenas burgueses idiotas e alienados, ou proletários traidores. Não há espaço para contestação sincera, e tanto Marx como Engels proferiram ataques virulentos contra aqueles que ousavam questionar suas crenças. A difamação e os ataques pessoais substituíram o debate racional no marxismo. E como as divergências não podem ser solucionadas através de debates calcados em argumentos, a guerra civil e a revolução armada passam a ser o único meio para resolver o impasse. É preciso eliminar fisicamente aqueles que discordam dos dogmas marxistas.
Voltando ao aspecto do determinismo histórico do marxismo, o capitalismo é um meio necessário para chegar ao socialismo. Além disso, os capitalistas são alienados sem consciência ou escolha sobre suas ações. Elas foram previamente determinadas, e eles apenas executam as tarefas que devem executar pela lei da natureza. Esses atos, ainda que vistos como uma “exploração” pelos marxistas, também são vistos como inevitáveis, e como um passo necessário para o destino final e esperado.
Ora, se Marx fosse consistente, como conclui Mises, ele teria exortado os trabalhadores: “Não culpem os capitalistas; ao ‘explorarem’ vocês, eles fazem o que é melhor para vocês; eles estão pavimentando o caminho para o socialismo”. À luz do próprio marxismo, aquele que luta por legislação trabalhista e aumento de salários é um “pequeno-burguês” reacionário, pois está tentando obstruir o caminho do socialismo. O marxista consistente enaltece o capitalista “explorador”, pois entende que ele é uma etapa necessária para a abolição dos salários no socialismo.
Por fim, resta questionar como o marxismo lida com as constantes mudanças de classe social. Essa mobilidade é especialmente maior onde há mais liberdade econômica. Empregados conseguem capital e criam seus próprios negócios, tornando-se empresários. Por outro lado, capitalistas vão à bancarrota e perdem tudo, tendo que arrumar algum emprego qualquer. O que ocorre com suas idéias durante esse processo de mudança? Já que é a classe social que determina as idéias, um proletário que se torna um capitalista altera automaticamente suas crenças? Um capitalista que vira empregado muda todas as suas idéias? Como ficam aqueles intermediários, administradores de grandes empresas, que não deixam de ser empregados, mas que recebem salários maiores do que o lucro de muito capitalista?
Após colocar de forma resumida os principais argumentos de Mises, que demonstram algumas gritantes contradições do marxismo, pode-se perguntar: existe algum marxista coerente? Afinal, um marxista coerente deveria simplesmente sentar e esperar o socialismo chegar pelas leis inexoráveis da natureza, se abstendo de ativismo político. Além disso, ele teria que reconhecer a necessidade da “exploração” capitalista como um passo fundamental nessa trajetória rumo ao socialismo. Como fica claro, nenhum marxista é coerente, nem mesmo o próprio Karl Marx.
O motivo disso Mises também observou: as crenças de Marx, apesar do rótulo “científico” que ele tentou dar, eram apenas fruto de fortes emoções. Marx nutria um ódio fanático por empresários e capitalistas, comum na Alemanha de seu tempo, e agravado em seu caso particular, pois sua irresponsabilidade financeira o deixou refém de agiotas com freqüência. Ele encontrou no socialismo a pior punição que poderia infligir aos detestados burgueses.
Em contrapartida, ele percebeu que um debate aberto sobre o tema iria expor suas falácias. Por isso as pessoas devem ser induzidas a aceitar o socialismo de forma emocional, sem questionar seus efeitos e sem discutir suas contradições. Quem envereda por este caminho, é ou um burguês idiota prisioneiro de uma alienação de classe, ou um proletário traidor que deve ser exterminado. 
Rodrigo Constantino

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/socialismo/a-refutacao-definitiva-de-mises-ao-historicismo-marxista/

PF intima delegado que denunciou fábrica de dossiês no governo Lula

PF intima delegado que denunciou fábrica de dossiês no governo Lula

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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

(Vídeo) - Desmascarando a Ditadura Ideológica de Gênero by Marisa Lobo

(Vídeo) - Desmascarando a Ditadura Ideológica de Gênero by Marisa Lobo

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Relator recomenda cassação do Deputado Caviar, Petista, Socialista André Vargas, uns dos líderes do Lula e Dilma por ligação com doleiro.

Relator recomenda cassação de Vargas por ligação com doleiro

O ex-deputado do PT diz que houve 'pré-julgamento' e defesa não vê ato ilícito. Conselho de Ética e plenário da Câmara ainda precisam votar relatório
O ex-deputado do PT diz que houve ‘pré-julgamento’ e defesa não vê ato ilícito. Conselho de Ética e plenário da Câmara ainda precisam votar relatório
O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) apresentou nesta terça-feira (5) ao Conselho de Ética da Câmara relatório que pede a cassação do deputado André Vargas (sem partido-PR). O voto foi anunciado quase quatro meses após a abertura de processo contra o parlamentar devido a denúncias sobre o envolvimento de Vargas com o doleiro Alberto Youssef.
O relatório de Delgado aponta quebra do decoro parlamentar, mas a perda efetiva do mandato de Vargas depende de votação favorável pela maioria dos membros do Conselho de Ética e também pela maioria dos deputados no plenário da Câmara.
Logo após a conclusão da leitura do relatório, os deputados Izalci (PSDB-DF), Sibá Machado (PT-AC) e Rosane Ferreira (PV-PR) pediram mais tempo para analisar o processo. Com o pedido de vista, a votação para aprovar só pode ser feita após ao menos duas sessões do plenário da Câmara. Como não haverá votações nas próximas semanas de agosto, a apreciação do relatório só deverá ocorrer em setembro.
Ex-petista, André Vargas foi vice-presidente da Câmara e renunciou ao cargo após a abertura do processo contra ele. A investigação apurou uso que Vargas fez de jatinho alugado por Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal por suspeita de comandar esquema de lavagem de dinheiro que movimento cerca de R$ 10 bilhões.
O processo também analisou a suposta atuação do parlamentar junto ao doleiro em contrato assinado pelo laboratório Labogen, que recebeu recursos de Youssef, em contrato com o Ministério da Saúde.
O relatório de Delgado aponta haver “estreita” relação entre Vargas e Youssef, tendo o deputado exercido papel de “protagonismo” no convênio da Labogen com o governo federal.
“O nível de frequência com que eles se falavam mostra que havia relacionamento estreito e intimo […] que chegava a negócios ilícitos de Youssef, que no contrato da Labogen com o Ministério da Saúde mostram que relação estava no seio da Esplanada dos Ministérios”, diz o relatório de Delgado.
André Vargas não apareceu para a leitura do voto. Mais cedo, Delgado iniciou a leitura de seu relatório em sessão que contou com a participação de Vargas. O deputado investigado, no entanto, deixou a reunião sem se defender das acusações, alegando ter sofrido “pré-julgamento” pelo relator e afirmando ter tido a sua defesa cerceada.
A sessão precisou ser interrompida sem a apresentação do voto do relator devido ao início da ordem do dia, momento destinado à votação de projetos no plenário da Câmara.
Defesa
Em defesa de Vargas, o advogado Michel Saliba voltou afirmou mais cedo que o parlamentar cometeu “equívoco” ao aceitar viajar com a família em aeronave alugada por Youssef. No entanto, ele negou que tenha havido atividade ilícita no que diz respeito à reunião de Vargas com membro da Labogen para tratar de contrato com o Ministério da Saúde.
“As portas dos gabinetes estão abertas. A partir da análise daquele projeto, daquela demanda, o deputado diz ‘olha, isso não tem condições’, ‘isso tem e vou fazer o possível para levar esse projeto adiante’. Aparece na prática diária da Câmara desde os inventores de carro a ar, até projetos mais concretos”, disse Saliba.
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Fonte: G1

Apoio brasileiro ao terrorismo palestino: nem tudo é culpa do PT

5 de agosto de 2014

Apoio brasileiro ao terrorismo palestino: nem tudo é culpa do PT


Apoio brasileiro ao terrorismo palestino: nem tudo é culpa do PT

Julio Severo
O governo do PT foi errado em afrontar Israel? Totalmente. Mas sejamos justos: afrontas desse tipo não começaram com o PT. Em 1979, o presidente Ernesto Geisel, general e neto de pastor luterano, permitiu a instalação de um escritório da OLP (Organização para a Libertação da Palestina), em Brasília. Ao mesmo tempo, Geisel deu um direcionamento anti-Israel para os representantes do Brasil na ONU.
Pastor de Geisel: Rev. Mozart Noronha, da IECLB
Aceitar a instalação da OLP, uma organização terrorista islâmica palestina responsável por atentados terroristas contra Israel, tem a equivalência moral de aceitar um escritório nazista em Brasília. Com isso, o governo Geisel, representando infelizmente os brasileiros, estava dizendo para o mundo: “Concordamos com os que cometem atentados terroristas contra Israel.”
Sou totalmente contra o PT e todos os outros partidos socialistas, mas sejamos justos: a postura anti-Israel do Itamaraty não começou com o PT. Está apenas prosseguindo sua nojenta história desde os tempos de Geisel.
Sejamos mais justos ainda: a aceitação da OLP não começou com o governo brasileiro. O governo americano sob Jimmy Carter já estava namorando a OLP e seu Dick Vigarista terrorista, Yasser Arafat, no final da década de 1970.
A maior fraqueza do Brasil sempre foi ser um grande imitador das tendências esquerdistas dos EUA. Tanta coisa boa para se imitar dos EUA, especialmente dos conservadores, e o Brasil prefere copiar as podridões. Ontem, o governo Geisel imitando a aceitação americana da OLP. Hoje, o governo de Dilma Rousseff imitando a agenda gay americana.
Quando é que essa imitação vai parar?
Dá até para compreender Dilma, com seu passado terrorista comunista, afrontando Israel. Mas como explicar Geisel, neto de pastor luterano, sendo pioneiro na afronta do governo brasileiro a Israel? Como descendente de alemães, ele desconhecia o que o nazismo fez com os judeus? Ele desconhecia que palestinos islâmicos eram aliados dos nazistas durante a 2ª Guerra Mundial?
Por que então ele colocou o bom senso de lado para imitar o mau exemplo de Jimmy Carter? Por que ele permitiu a instalação de um escritório da organização terrorista islâmica assassina de judeus em solo brasileiro em 1979?
Sejamos realistas: assim como nem tudo do governo americano era bom, nem tudo do governo militar do Brasil era bom.
E nem tudo dos luteranos é bom exemplo. Só para constar, Geisel era da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), única denominação protestante brasileira onde a Teologia da Libertação e a Teologia da Missão Integral reinam juntas de forma suprema. A IECLB é a versão protestante da Igreja Católica da CNBB, considerada a mãe do PT.
O pastor pessoal de Geisel era o Rev. Mozart Noronha, que hoje está ligado ao PSOL, um dos partidos socialistas mais radicais do Brasil. O Rev. Mozart, que herdou sua paixão pelo socialismo de sua denominação, a IECLB, disse: “Fui Pastor do General Ernesto Geisel e de sua família. Visitei o General no hospital e oficiei o seu sepultamento.”
Não é, pois, tudo culpa do PT. É culpa também do governo militar de Geisel, que imitou o governo americano de Jimmy Carter. E pode ser culpa também da IECLB e a maldita influência de suas teologias esquerdistas anti-Israel.
Seja como for, é inegável que décadas antes do PT, o governo militar do Brasil já estava afrontando Israel.
O Brasil, sob o PT ou não, tem muito para se arrepender de seus pecados contra Israel.
Leitura recomendada:

quinta-feira, 31 de julho de 2014

BNDES comandado por petistas e esquerdopatas (irresponsáveis sine qua non), destinará US$ 150 milhões para reformas de aeroportos em Cuba, um país da ditadura, aliados de terroristas e que desrespeita os verdadeiros direitos humanos.

BNDES comandado por petistas e esquerdopatas (irresponsáveis sine qua non), destinará US$ 150 milhões para reformas de aeroportos em Cuba, um país da ditadura, aliados de terroristas e que desrespeita os verdadeiros direitos humanos.

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quinta-feira, 24 de julho de 2014

(Vídeo) - Islamismo é uma religião violenta por natureza. O objetivo da fé muçulmana no mundo: que os judeus se ajoelhem diante de nós, nós precisamos apagar Israel do mapa!

(Vídeo) - Islamismo é uma religião violenta por natureza. O objetivo da fé muçulmana no mundo:  que os judeus se ajoelhem diante de nós, nós precisamos apagar Israel do mapa!

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http://historiadeisrael.blogspot.com.br/2014/07/video-islamismo-e-uma-religiao-violenta.html

(Vídeo) - Por que o PT, socialistas, comunistas, marxistas e esquerdopatas odeiam Israel?

(Vídeo) - Por que o PT, socialistas, comunistas, marxistas e esquerdopatas odeiam Israel?

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http://historiadeisrael.blogspot.com.br/2014/07/video-por-que-o-pt-socialistas.html

terça-feira, 8 de julho de 2014

(Vídeo/Música) - "O Brasil Perdeu por Causa da Direita" - Por isso afirmo que esquerdista e esquerdopata.



É uma doença mesmo: site de extrema-esquerda diz que “nós” conseguimos fazer o Brasil perder de 7×1 para a Alemanha

temculpaeu
Segundo o site do PCO (Partido da Causa Operária), a seleção brasileira pode dormir tranquila depois dos vergonhosos 7 gols tomados da Alemanha. O texto “Eles conseguiram… e agora?” diz que toda a culpa da derrota é da direita e seus aliados.
Vamos começar a revirar esse entulho para poder dormir com um sorriso no rosto depois de tamanho desastre em campo:
A derrota esmagadora da seleção brasileira aconteceu muito tempo antes deste fatídico 8 de julho no Mineirão.
Ou seja, tudo previamente combinado e arquitetado, como manda uma boa teoria da conspiração.
Foi preparado pela direita nacional organizada pelo imperialismo, pelos monopólios capitalistas do esporte, pela imprensa “nacional”(vendida para o capital estrangeiro) e, inclusive pela esquerda pequeno-burguesa que trabalha a serviço da direita como o Psol, o PSTU e outros grupos menores do mesmo quilate.
O imperialismo que os socialistas costumam mencionar é tão “competente “que não conseguiu nem fazer os Estados Unidos ganharem a Copa, já que, na ótica dos socialistas, tudo deve servir aos interesses… imperialistas. No script deles, estes são representados pelos Estados Unidos.
E o tal “monopólio” capitalista é de onde? Da Alemanha? E por que não da Itália ou da Inglaterra?
E agora temos uma esquerda pequeno-burguesa, que atende por nomes como PSOL e PSTU. Detalhe: partidos que sempre apoiam o PT.
Estou sem palavras.
Vamos ver o resto, para entender como a junção de PSOL+PSTU, com monopólio capitalista do esporte (que “deixou” o Brasil ser pentacampeão no passado) e direita nacional organizada pelo imperialismo conseguiriam mudar o resultado deste jogo.
Acuaram os brasileiros para não torcer pelo Brasil, buscaram de todos os meios desestabilizar o time brasileiro.
Quais são os casos de brasileiros “acuados” para não torcerem pelo Brasil? Será que foram feitas ameaças de morte para os torcedores? Mas parece que os torcedores que foram às ruas e aos estádios estavam torcendo muito (e chorando, depois do vareio alemão). Será que estes torcedores não estiveram entre aqueles coagidos?
E como será que a “direita cruel” (financiada pela CIA, talvez) conseguiu desestabilizar o time brasileiro? Será que nós falamos para eles que “não ia ter copa” e eles ficaram em pânico?
Vamos seguir:
A seleção foi derrotada pela política, mais precisamente pela pressão política.
Certo. Foi o PT que recorreu ao estratagema da “pátria de chuteiras”, mas, segundo o PCO, a “pressão política” sobre a seleção veio da direita…
Os jogadores brasileiros, todos muito jovens, provavelmente a seleção mais jovem que o Brasil já teve fez o que pode, não pode ser culpada de nada.
Esta seleção é a mesma que foi definida como a “pátria de chuteiras” pelos petralhas. Então, naturalmente, não pode ser culpada de nada. A culpa tem que vir de outro lugar, certo?
Foi perseguida pela imprensa, caçada em campo, teve que lutar contra os juízes e todas as tramoias obscuras e não conseguiu.
O Brasil conseguiu se classificar em primeiro de seu grupo, e tinha vencido os dois jogos eliminatórios até o momento. Mas, para o PCO, havia tramóias por todos os lados contra o Brasil. Parece que esse pessoal contratado para “fazer tramóias” não é dos mais competentes…
E ainda tem mais: eles dizem que os juízes estavam contra o Brasil, mesmo que no primeiro jogo contra a Croácia um deles tenha dado um pênalti a nosso favor, que nos ajudou a ficar em primeiro lugar do grupo.
Em relação à seleção ser “perseguida pela imprensa”, eles parecem achar que deve ser a primeira vez que a seleção brasileira é vista com desconfiança pelos nossos repórteres esportivos.
É um fato: esses socialistas realmente não assistem a futebol, pois senão saberiam que em todas as copas existe um mau humor absoluto com os técnicos de nossas seleções, pois sempre exigimos o máximo em termos de desempenho.
Quem não se lembra da Copa de 1994, quando Parreira e Zagalo nos ajudaram a levar o tetra debaixo de uma chuva torrencial de críticas da imprensa esportiva?
O PCO com certeza não se lembra.
Tiraram da Copa o seu melhor jogador com o apoio cínico da imprensa.
Eu fico tentando entender como a imprensa pôde ter participação na saída de Neymar do campo. Talvez deve ser mais uma conspiração, com gente como Galvão indo ter uma conversinha com o Zuñiga, por exemplo.
Desarticularam o time e a seleção verde-amarela lutou como pode até o gol de honra contra a Alemanha no final do jogo.
Na verdade, a seleção brasileira “travou” e não conseguiu nem lutar neste jogo contra a Alemanha. Mas, como diz o PCO, toda essa desarticulação veio da direita. Só se for da lateral direita…
São o retrato do povo brasileiro e da classe trabalhadora da qual vieram: são grandes jogadores, lutaram muito contra tudo e contra todos e foram esmagados e humilhados.
Isso deve ocorrer por que na seleção da Alemanha só joga quem vem da elite. Ali deve ser um time de quem nasceu em berço de ouro…
O povo brasileiro que torceu pela seleção brasileira com todo o coração está sofrendo desta mesma humilhação.
O povo com certeza está sofrendo. Mas será que o PCO está? Não sei não, pois para escrever um texto cômico como esse…
Vamos falar sério, gente: vocês do PCO resolveram apelar a um senso de humor mórbido hoje, certo?
Há os chacais, como a direita, que quer agora tirar proveito desta humilhação e desmoralização. Há os pequeno-burgueses de esquerda e de direita que vão festejar a tristeza do povo e a sua humilhação. É o seu ofício, por isso, merecem o justo desprezo do povo. O ódio é reservado à burguesia.
Olhem que beleza a teoria: por que existem alguns festejando a derrota do Brasil DEPOIS do jogo ter ocorrido, essas pessoas CAUSARAM a derrota. Esse é o truque da inversão do tempo. Coisa digna da série Exterminador do Futuro.
Mas por causa da derrota do Brasil em um jogo de futebol (que era apontado pelos socialistas como o ópio do povo na época da ditadura militar, mas para eles agora deve ter virado uma droga liberada pro consumo) a burguesia que “torceu contra” merece “desprezo e ódio”.
Quando eu falei que essa turma não vive sem discurso de ódio, eu não estava exagerando.
As apostas foram feitas. O jogo bruto de sempre, dentro e fora do campo, atropelou o Brasil, seu futebol e seu povo.
Espera aí, espera aí, muita calma nessa hora. Foi “aposta” da direita ou foi “conspiração armada”? Decidam-se: não dá para ser as duas coisas ao mesmo tempo.
Os que esperam ganhar tem que aguardar a reação real do povo a toda a operação política que conduziu o Brasil e seu futebol a um desastre ainda maior do que o de 1950 no Maracanã.
O duro vai ser o tal “povo” ouvir toda essa teoria do PCO sem cair no chão gargalhando de rir. (Aliás, que hora para o PCO ficar com humor involuntário, no momento em que a população sofre pela derrota da seleção)
Abaixo, uma musiquinha que resume bem esse tipo de comportamento que acabamos de ver:

http://lucianoayan.com/2014/07/09/e-uma-doenca-mesmo-site-de-extrema-esquerda-diz-que-nos-conseguimos-fazer-o-brasil-perder-de-7x1-para-a-alemanha/

Aviso aos Criminosos Socialistas-Nazistas: "Bebê 'ariano ideal' em capa de revista nazista era judia"

Bebê 'ariano ideal' em capa de revista nazista era judia

Revelação foi feita pela própria modelo, Hessy Taft, que doou material ao Museu do Holocausto de Israel.

O bebê "ariano ideal" que aparece na capa de uma revista da propaganda nazista, em 1935, era, na verdade, judeu. A revelação foi feita pela própria pessoa da foto, Hessy Taft, hoje com 80 anos. A mulher doou uma cópia da revista ao Museu do Holocausto, em Jerusalém, como parte da campanha "Recolhendo fragmentos", lançada em 2011 para estimular pessoas a doarem materiais ligados ao Holocausto para que sejam protegidos e preservados.
Hessy Taft na capa da revista e hoje: sua família fugiu dos nazistas na Alemanha e se estabeleceu nos EUA (Foto: Museu do Holocausto/Via BBC)
Hessy Taft, cujo sobrenome de solteira é Levinson, nasceu em Berlim em 1934, filha de pais judeus originários da Letônia. Ambos músicos, eles haviam chegado à Alemanha em 1928 para trabalhar como cantores de ópera. Em depoimento a funcionários do museu, Hessy contou que o contrato de seu pai foi cancelado imediatamente assim que suas origens judias foram descobertas.
Concurso
Em 1935, a mãe de Hessy e sua tia a levaram para ser fotografada por Hans Ballin, um renomado fotógrafo de Berlim. Sete meses mais tarde, a empregada dos Levinson disse ter visto a foto da pequena Hessy na capa da revista nazista "Sonnie ins Haus" ("Raio de sol na casa", em tradução livre). A fotografia havia sido escolhida em um concurso promovido pelo Departamento de Propaganda Nazista, chefiado por Joseph Goebbels. A melhor entre cem imagens clicadas pelos melhores fotógrafos alemães representaria o "bebê alemão ariano ideal" e seria capa da revista.
Sem saber das origens da família Levinson, Ballin submeteu a foto de Hessy e de outros dez bebês. A ironia de a fotografia trazer uma bebê judia foi motivo de piada durante muito tempo na família. A foto da menina também foi redistribuída em cartões postais em todo o país e até na Lituânia.Quando perguntada o que diria para o fotógrafo hoje, Hessy respondeu: "Eu diria: 'Que bom você teve coragem'".
Fuga
Após fugir da Alemanha para Paris em 1938, a família escapou da ocupação nazista no norte da França em 1941, emigrando para Espanha e Portugal até conseguir embarcar em um navio para Cuba. Em 1949, os Levinson se estabeleceram nos Estados Unidos, onde Hessy se formou em química na Universidade de Columbia e se casou, em 1959, com Earl Taft. O casal tem dois filhos e quatro netos. Ele ainda leciona química na Universidade de St. John's.
Apesar de sua família mais próxima ter sobrevivido ao Holocausto, a maioria de seus parentes na Letônia foi morta pelos nazistas e seus colaboradores.
Fonte: G1 / BBC