sexta-feira, 4 de maio de 2012

O reflexo de Pavlov da Esquerda portuguesa

O reflexo de Pavlov da Esquerda portuguesa


by O. Braga

A Esquerda portuguesa saliva já à espera da vitória de Hollande em França, porque está em causa mais um passo substancial na degradação dos costumes e dos valores ontológicos aplicados à sociedade. O radicalismo político alienígena funciona como uma espécie de reflexo de Pavlov de uma Esquerda portuguesa salivante à espera de uma nova hora de depredação.



Perante um forte consenso nacional em torno de uma mão cheia de valores éticos e morais, a Esquerda recorre sempre ao argumento da “galinha da vizinha é sempre melhor do que a minha”, dizendo que “em França também é assim!”. O povo português é conservador nos costumes, e a única forma que a Esquerda encontrou para varrer os valores éticos cristãos da sociedade portuguesa foi apontando exemplos de radicalismo político oriundos dos “modernos países” da União Europeia.



Hollande irá fornecer um manancial de novas metanóias no Partido Socialista que, mais uma vez, irá a reboque do Bloco de Esquerda, como sempre tem acontecido desde que Guterres se apercebeu do “pântano”.



Desde logo, a França de Hollande vai legalizar a eutanásia a pedido do cliente, grátis, e em hospital público; depois, vai expandir o prazo temporal para o aborto em França; não contente, irá legalizar o “casamento” gay e a adopção de crianças por duplas de avantesmas. E isto é só aquilo que ele anunciou, fora o que ele ainda não disse...



Vai daí, podemos esperar, no futuro próximo, mais um tempo de autêntico terrorismo ético-cultural esquerdista em Portugal. Vamos ter mais terror psicológico destilado pelos me®dia entrando pelas nossas casas adentro. Vamos ter um Partido Socialista manietado pelo radicalismo do Bloco de Esquerda, tentando conciliar o inconciliável; e vamos ter um Passos Coelho que “nem sim nem não, antes pelo contrário”; e um Paulo Portas em defesa do pluralismo ideológico no CDS/PP.



Karl Popper surpreendeu-nos com a ideia de que “devemos lutar fanaticamente contra os fanáticos”. Ele próprio não se deu bem conta do raciocínio paradoxal em que incorreu, porque quem luta fanaticamente contra fanáticos, também é fanático. Contra fanáticos, só se pode ser fanático. É esta merda que nos espera.

O. Braga
Sexta-feira, 4 Maio 2012 at 9:42 am
Tags: Bloco de Esquerda, François Hollande, União Europeia
Categorias: A vida custa, aborto, ética, cultura, Democracia em perigo, Esta gente vota, Europa, homocepticismo, Homofascismo, me®dia, Política, politicamente correcto, Portugal, religiões políticas
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